A República Argentina se
encontra no extremo sul do continente americano.
Seu nome vem do latim, argenta, que significa prata.
Os colonos espanhóis a chamavam de terra
da prata. Este extenso território, que cobre
quase 3 milhões de km quadrados foi um verdadeiro
paraíso para centenas de milhares de imigrantes
europeus de pós-guerra tentados por suas
riquezas.
A Argentina, denominada "celeiro do mundo"
pelos idos de 50, é hoje um país jovem
e dinâmico, com uma economia estável
e com os níveis mais baixos de inflação
do continente. Por isto integra e lidera a aliança
estratégica e econômica dos países
da região, chamada Mercosul.
Sua capital, Buenos Aires, assentada às
margens do Rio de la Plata, é uma das maiores
metrópoles do mundo. Seu caráter cosmopolita
e sua riqueza arquitetônica e paisagística
fizeram com que seja chamada de
"a Paris do novo mundo".
Argentina. Um país tão extenso como
a cordialidade de seu povo.
Argentina. A de Borges e Sábato, a de Quintela
Martin e Fader, a do tango e do pólo, a de
Maradona e Fangio... a dos gaúchos nos extensos
pampas.
Um país com 36.260.130 pessoas
que caminha para converter-se num dos eixos produtivos
mais importantes do planeta.
Logo após a crise, a partir do segundo semestre
de 2002, a Argentina iniciou sua recuperação,
registrando nos nove trimestres seguintes um crescimento
contínuo. Esta recuperação
foi impulsionada por diferentes setores que promoveram
o aumento do PIB.
A partir de abril de 2002, a consistência
política monetária e fiscal levou
a uma estabilização dos preços.
Os itens que demonstraram uma forte recuperação
durante este ano foram: a indústria têxtil
e o setor metalmecânico, com um índice
de recuperação de investimento que
provocou otimismo nos consumidores.
A produção industrial registrou um
aumento de 35,4% no nível de crescimento
entre o primeiro trimestre de 2002 e o terceiro
trimestre de 2004, fato que equivale a uma taxa
anual de aproximadamente 12,9%.
A depreciação do peso produziu importantes
saldos superavitários na balança comercial,
devido ‘a substituição de importações,
as que mantêm uma forte reação
como consequência da melhoria no nível
de atividade.
Em 2002 foram criadas as condições
para que prevalecesse no país um tipo de
câmbio mais realista do que o vigente na época
da convertibilidade.